Nenhum comportamento acontece no vazio. Entender o que o mantém — o contexto, a história, as consequências — é o que abre espaço para mudar.

É a psicoterapia baseada na análise do comportamento: em vez de tratar o que você faz como um traço fixo da sua personalidade, ela investiga em que situações aquilo aparece, o que vem antes e o que vem depois.
É a mesma base científica que sustenta o trabalho da Laços com crianças, aplicada aqui à vida adulta. A pergunta muda de “o que há de errado comigo?” para “em que condições isso acontece, e o que o mantém?”. Essa troca de pergunta costuma ser, por si só, um alívio.
A indicação é sempre individual. De modo geral, pode ajudar quem enfrenta:
Padrões que se repetem em relações, no trabalho ou na rotina, mesmo com a decisão de mudar.
Procrastinação e evitação: adiar o que importa e sentir o custo disso depois.
Dificuldade de dizer não, de pedir o que precisa ou de sustentar um limite.
Reações de raiva ou de retraimento que surgem antes de qualquer decisão consciente.
Ansiedade mantida por esquivas que aliviam no curto prazo e apertam no longo.
Vontade de entender o próprio funcionamento em vez de apenas controlar sintomas.
Uma conversa para entender o que traz você aqui e o que já foi tentado.
O trabalho central: mapear em que contexto o comportamento aparece, o que o antecede e o que o mantém.
Para onde você quer ir — definido a partir do que importa para você, não de um padrão externo.
Desenvolver, na prática, formas novas de responder às mesmas situações.
Acompanhar o que se manteve fora da sessão, que é onde a mudança de fato acontece.
Registro profissionalCRP 16/5433
A Laços começou com duas salas e duas pessoas. Krislainy foi uma delas. O que era um espaço para dois psicólogos trabalharem com independência virou uma clínica de dezoito especialidades — e ela seguiu à frente de todo o departamento infantil desde então.
Graduou-se em Psicologia pela Universidade Vila Velha e fez mestrado em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento na PUC-SP, o programa onde essa área se consolidou no Brasil. Depois, especializou-se em intervenção ABA para autismo e deficiência intelectual. Não é uma formação de curso rápido: é pesquisa de mestrado na tradição que fundou a análise do comportamento no país.
A pergunta deixa de ser “o que há de errado comigo?” e passa a ser “em que condições isso acontece?”. Quem faz essa troca costuma sentir alívio antes mesmo de mudar qualquer coisa.
Além do consultório, Krislainy supervisiona outros psicólogos e é professora responsável pela supervisão de estágio em Análise do Comportamento na graduação em Psicologia da Faculdade Anhanguera. Ensinar a abordagem a quem está se formando exige um domínio diferente de apenas aplicá-la — e é esse rigor que ela traz para a sessão.
No atendimento ao adulto, o olhar é o mesmo que orienta o trabalho com crianças e famílias, com outro interlocutor. Em vez de construir repertório em sessão lúdica, o trabalho acontece na conversa: mapear com você os padrões que se repetem, entender a função deles e desenvolver formas novas de responder às mesmas situações. Nenhum comportamento é lido como defeito de caráter — todos são lidos como resposta a alguma coisa.
Sem rótulo de personalidade, sem culpabilização e sem técnica aplicada sem explicação. A análise do comportamento não julga o que você faz — investiga em que condições aquilo faz sentido. Os objetivos são definidos por você, e o método é explicado a cada passo.
São aparentadas, mas não iguais. A TCC trabalha bastante com o conteúdo dos pensamentos e com técnicas estruturadas. A análise do comportamento parte do contexto: em que situação aquilo acontece e o que o mantém. Na prática, as duas se apoiam em evidência e podem levar ao mesmo lugar por caminhos diferentes.
A base científica é a mesma — a análise do comportamento. A aplicação é bem diferente: com adultos, o trabalho acontece em sessões de conversa, com objetivos definidos pela própria pessoa.
É o procedimento central da abordagem: mapear, junto com você, o que acontece antes de um comportamento e o que acontece depois. É o que permite entender a função dele em vez de apenas tentar eliminá-lo.
Depende do que você busca. Costuma ser um trabalho de duração média, com revisões periódicas de objetivos combinadas entre vocês.
Sim, com o mesmo sigilo e a mesma estrutura do presencial.
O primeiro passo é uma conversa. A partir dela, seguimos no seu tempo.
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