Uma abordagem baseada em evidências para ajudar a criança a desenvolver comunicação, autonomia e convivência — sempre a partir de quem ela é.
A ABA é uma abordagem científica que estuda como o ambiente influencia o comportamento, para ajudar a criança a desenvolver habilidades — de comunicação, autonomia e convivência — e a reduzir barreiras que atrapalham o seu dia a dia.
Com crianças, isso acontece de forma lúdica, partindo dos seus interesses e usando o reforço positivo: valorizar o que dá certo, em vez de punir o que dá errado. É amplamente utilizada no apoio ao autismo, mas não se limita a ele.
A indicação é sempre individual e definida após avaliação. De modo geral, a abordagem costuma apoiar:
Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Crianças com atrasos no desenvolvimento.
Dificuldades de comunicação e linguagem.
Desafios de comportamento, autonomia ou rotina.
Entendemos a criança, a história da família e os objetivos de cada um.
Definimos metas específicas para aquela criança — não há fórmula pronta.
O aprendizado acontece pela brincadeira e pelo reforço positivo, no ritmo da criança.
Orientamos a família para que o cuidado continue em casa, no dia a dia.
Registramos a evolução e ajustamos o plano sempre que necessário.
A ABA praticada na Laços é ética e atualizada: respeita a criança e a sua forma de ser. O objetivo não é “normalizar”, e sim ampliar autonomia, comunicação e qualidade de vida — sempre a partir de quem a criança é.
Não. A ABA é muito usada no apoio ao autismo, mas pode ajudar em diferentes situações de desenvolvimento, comunicação e comportamento. A indicação depende da avaliação de cada criança.
Não. Adestramento é treino mecânico; a ABA ética parte dos interesses da criança, usa o reforço positivo e busca autonomia e qualidade de vida, respeitando quem ela é.
Sim, e isso faz muita diferença. A família recebe orientações para dar continuidade ao trabalho em casa, no dia a dia.
Não existe uma idade única. De modo geral, começar mais cedo tende a ajudar, mas o mais importante é a avaliação individual — nunca é “tarde demais” para apoiar uma criança.
Depende de cada caso. A frequência é definida no plano individualizado, conforme os objetivos e o momento da criança.
O primeiro passo é uma avaliação cuidadosa. A partir dela, construímos o caminho juntos.
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