Famílias · Terapia infantil
Alimentação na infância

Nutrição Infantil

Nutrição infantil para quem já ouviu que “criança come quando tem fome” — e sabe que, em casa, a história é outra.

Nutrição Infantil na Laços Terapias
O que é

Quando comer não é simples

É o acompanhamento nutricional da criança em toda a fase de desenvolvimento — da introdução alimentar à adolescência — com atenção especial a quem recusa alimentos, come pouca variedade ou tem restrições ligadas ao neurodesenvolvimento.

Seletividade alimentar não é birra. Muitas vezes é textura, cheiro, temperatura ou som — questões sensoriais reais, que não se resolvem insistindo no prato. Reconhecer isso muda o tom de casa inteira, e é onde o trabalho começa.

Para quem é indicada

Quando pode ajudar

A indicação é sempre individual. De modo geral, costuma ajudar diante de:

Recusa de alimentos, cardápio restrito a poucos itens ou reação forte a texturas e cheiros.

Refeições que viraram batalha diária, com choro, negociação ou distração para cada colherada.

Dúvidas sobre a introdução alimentar e sobre o que é esperado em cada fase.

Alimentação de crianças com TEA, TDAH ou outros quadros do neurodesenvolvimento.

Ganho ou perda de peso fora da curva, ou preocupação com carências nutricionais.

Restrições e alergias alimentares que exigem substituições seguras no dia a dia.

Como funciona

O caminho, passo a passo

1

Primeira consulta

Uma conversa sobre a rotina real da casa: o que a criança aceita, o que já foi tentado e como estão as refeições.

2

Avaliação

Estado nutricional, curva de crescimento e o comportamento alimentar — o que a criança come e como come.

3

Entender a recusa

Investigar o que está por trás: textura, cheiro, temperatura, questão sensorial ou associação negativa com a refeição.

4

Plano possível

Metas construídas com a família, adequadas à rotina que existe, e não à rotina ideal.

5

Acompanhamento

Ajustes ao longo do caminho e articulação com a terapia ocupacional, a fonoaudiologia e a equipe infantil.

Aline Faria, nutricionista infantil da Laços Terapias Registro profissionalCRN-4 23102203
Quem conduz

Aline Faria

Nutricionista · Nutrição infantil e seletividade alimentar

Aline formou-se em Nutrição pela Faculdade Pitágoras, aqui mesmo em Guarapari, em 2022. O que veio depois não foi uma pós qualquer: foram quatro formações que apontam todas para a mesma direção.

Especializou-se em Nutrição em Pediatria, com foco em alimentação materno-infantil, introdução alimentar e dificuldades alimentares. Fez uma pós em Nutrição Funcional e Terapia Alimentar no Autismo e TDAH, voltada especificamente à seletividade. E, além disso, uma capacitação de 180 horas em ABA e autismo — a mesma base que orienta o trabalho da equipe infantil da Laços.

Uma criança que recusa comida não está sendo difícil. Está respondendo a alguma coisa — e o trabalho é descobrir a quê.

Essa última formação é o que muda o atendimento na prática. Uma nutricionista que entende análise do comportamento consegue conversar de igual para igual com a terapia ocupacional sobre perfil sensorial, com a fonoaudiologia sobre mastigação e com a equipe de ABA sobre como introduzir um alimento novo sem transformar a refeição em conflito. Não é encaminhamento entre profissionais que mal se falam: é a mesma linguagem, sob o mesmo teto.

Seletividade alimentar Introdução alimentar Alimentação no TEA Alimentação no TDAH Nutrição pediátrica Suplementação Fitoterapia

Formação

  • Graduação em NutriçãoFaculdade Pitágoras — Unidade Guarapari, 2022
  • Nutrição em PediatriaUniversidade Pitágoras Unopar Anhanguera — 420 horas
  • Nutrição Funcional e Terapia Alimentar no Autismo e TDAHAcademia Nutrição e Autismo — 320 horas
  • Fitoterapia e Suplementação NutricionalFaculdade Focus — 420 horas
  • Capacitação em ABA e Autismo180 horas — TEA, desenvolvimento, comportamento e seletividade

O atendimento aqui

  • Sem pressão sobre a criançaNada de forçar, negociar ou premiar para conseguir uma colherada
  • Plano para a rotina que existeAdequado ao que a família consegue sustentar, não a um ideal
  • Olhar sensorialTextura, cheiro, temperatura e som considerados na construção do cardápio
  • Diálogo com a equipe infantilArticulação com terapia ocupacional, fonoaudiologia e ABA
  • Orientação à famíliaO que dizer, o que evitar e como manter a mesa um lugar tranquilo
  • Presencial e onlineEm Guarapari ou de onde vocês estiverem

Cuidado com ética e respeito

Sem dieta da moda, sem restrição sem indicação clínica e sem transformar a refeição em disputa. A criança não é obrigada a comer para agradar ninguém, e nenhum plano é entregue sem que a família entenda o porquê de cada mudança.

Dúvidas frequentes

Perguntas comuns

Um cardápio muito restrito merece avaliação. Em parte das crianças é uma fase; em outras, há uma questão sensorial ou comportamental por trás que se beneficia de acompanhamento. A avaliação diz qual é o caso.

Não. Com frequência a recusa está ligada a textura, cheiro, temperatura ou som — respostas sensoriais reais. Tratar como birra costuma piorar, porque aumenta a tensão em torno da refeição.

Sim, e é uma das áreas centrais do atendimento. A formação da nutricionista é específica em alimentação no TEA e no TDAH, e o trabalho é articulado com a equipe de terapia ocupacional e de ABA da clínica.

Desde a introdução alimentar, por volta dos seis meses, até a adolescência.

Não. Restrição só entra quando há indicação clínica, como alergia ou intolerância comprovada. O caminho é ampliar o repertório da criança, não reduzi-lo.

Quando a criança já é acompanhada aqui, a nutrição conversa com a terapia ocupacional sobre o perfil sensorial, com a fonoaudiologia sobre mastigação e deglutição, e com a equipe de ABA sobre a introdução de alimentos novos.

Vamos conversar sobre o seu filho?

O primeiro passo é uma avaliação cuidadosa. A partir dela, construímos o caminho juntos.

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